Como se calculam os juros simples?
Os juros são capital × taxa × tempo: J = C·i·n. Incidem sempre sobre o valor inicial, nunca sobre os juros já ganhos, então o saldo cresce o mesmo tanto a cada período e a evolução é uma linha reta.
Informe o capital, a taxa e o prazo para ver os juros e o montante, com o rendimento incidindo só sobre o valor inicial.
Esta é a conta sobre uma taxa mantida constante durante todo o período. Rendimentos reais variam, e imposto de renda e taxas não estão incluídos.
Saldo final
Abaixo de doze meses o juro simples rende mais, porque os dois regimes definem taxa anual de formas diferentes: o composto usa a taxa efetiva, o simples a nominal. Eles se igualam em um ano, e a partir daí a capitalização abre vantagem. Juros compostos
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| Ano | Investido | Juros | Saldo |
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| Mês | Investido | Juros | Saldo |
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O juro simples acrescenta o mesmo valor a cada período, porque é sempre uma porcentagem do capital inicial. R$ 10 mil a 6% ao ano rendem R$ 600 no primeiro ano, R$ 600 no décimo e R$ 600 no trigésimo. Nada acelera — e é exatamente isso que o separa do juro composto.
Isso o torna fácil de conferir de cabeça, e é por isso que sobrevive em contratos curtos, multas e cláusulas de mora, onde previsibilidade importa mais que precisão sobre crescimento.
Por alguns meses os dois regimes são praticamente iguais, e é por isso que contratos curtos podem usar qualquer um sem grande consequência. Passado um ano a distância se abre, e em décadas ela vira a história inteira: os mesmos R$ 10 mil a 10% chegam a R$ 40 mil no simples e passam de R$ 170 mil no composto.
A comparação abaixo do resultado mostra os dois números para o que você digitar, então a diferença aparece em vez de ficar na teoria.
Os juros são capital × taxa × tempo: J = C·i·n. Incidem sempre sobre o valor inicial, nunca sobre os juros já ganhos, então o saldo cresce o mesmo tanto a cada período e a evolução é uma linha reta.
J = C · i · n para os juros, e M = C · (1 + i · n) para o montante, onde C é o capital, i a taxa por período e n o número de períodos. Se a taxa é anual e o prazo em meses, divide-se a taxa por doze.
A base de cálculo. No simples, os juros incidem sempre sobre o valor inicial; no composto, sobre o saldo, que já inclui os juros acumulados. Em um ano a diferença é desprezível; em trinta, ela é praticamente o resultado inteiro.
Em prazos curtos, principalmente: multa e mora por atraso, alguns empréstimos entre pessoas, e determinados títulos. Praticamente tudo que dura anos — poupança, financiamento, investimento — usa juros compostos, e no Brasil a maioria dos contratos de crédito também.
Porque os dois regimes definem taxa anual de formas diferentes. O simples usa a taxa nominal, então 12% ao ano são 1% cravado ao mês. O composto usa a efetiva, então 12% ao ano são 0,9489% ao mês. Abaixo de doze meses a taxa mensal maior vence; em um ano os dois se igualam, e a partir daí a capitalização abre vantagem.
Aqui não, e é de propósito. Juro simples com depósitos periódicos não é uma figura que exista em contrato nenhum: cada aporte teria a própria contagem de tempo, e o resultado seria uma invenção com aparência de resposta. Quem faz aportes quer a calculadora de juros compostos.
Parcela mensal, total de juros e a tabela de amortização completa.
Veja quanto um valor rende ao longo do tempo, mês a mês, com aportes mensais.
Somar, subtrair, multiplicar e dividir frações — exato, sem arredondar.
Resolve a proporção — com o caso inverso que a fórmula comum erra.
Quanto é X% de Y — a porcentagem do dia a dia, com a conta mostrada.
Some uma porcentagem a um valor, ou descubra o aumento entre dois números.