Como se calculam os juros compostos?
O saldo é multiplicado por (1 + i) a cada período, onde i é a taxa do período. Em n períodos o montante é C × (1+i)ⁿ. O que faz os juros serem compostos, e não simples, é que o rendimento de um mês entra no saldo e passa a render junto no mês seguinte — o famoso juro sobre juro.
Qual a fórmula dos juros compostos?
M = C × (1 + i)ⁿ, onde M é o montante final, C o capital inicial, i a taxa por período e n o número de períodos. Com aportes mensais soma-se a fórmula da anuidade: PMT × ((1+i)ⁿ − 1) ÷ i. Esta calculadora aplica as duas.
Quando os aportes mensais entram na conta?
No fim de cada mês, que é a convenção de anuidade ordinária. O depósito do primeiro mês começa a render no segundo. A convenção oposta, com depósito no início do período, rende cerca de um mês a mais e devolve um número maior — é a que costumam usar as calculadoras que não dizem qual adotam.
Por que o juro simples rende mais em prazos curtos?
Porque os dois regimes definem taxa anual de formas diferentes. O composto usa a taxa efetiva, então 12% ao ano são 0,9489% ao mês. O simples usa a nominal, então 12% ao ano são 1% cravado ao mês. Abaixo de doze meses a taxa mensal maior vence; em um ano os dois se igualam, e a partir daí a capitalização abre vantagem que só cresce.
O imposto de renda está incluído?
Não. O resultado é bruto. No Brasil a maioria das aplicações de renda fixa segue a tabela regressiva do IR, de 22,5% a 15% sobre o rendimento conforme o prazo, e alguns produtos como LCI, LCA e poupança são isentos. Como depende do produto, incluir um palpite seria pior que deixar de fora e avisar.
Os valores que eu digitar ficam salvos?
Não. O cálculo acontece inteiro no seu navegador e não há servidor para onde mandar nada. Nada do que você digita é transmitido ou guardado.